JAIDER ESBELL & DAIARA TUKANO
Com certeza o que mais me marcou na exposição foi a forma como os autores conseguem subverter a ordem colonizadora que nos foi imposta, enquanto brasileiros, e ainda mais enquanto povos indígenas. Ter a oportunidade de ver as obras nos provoca e faz pensar sobre como o conceito de arte que por muito tempo nos foi ensinado como aquilo que é belo, carrega em si sangue preto e indígena. Já sobre as obras estarem sendo expostas juntas é quase como um presente e como bem disse Emicida em Principia, tudo que nóiz tem é nóiz.
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